quinta-feira, 25 de setembro de 2014

TRABALHANDO COM OS SUPERVISORES DAS ESCOLAS MUNICIPAIS



1º MOMENTO  
Data: 23/09/2014


Dinâmica “A composição dos números”:
Algumas supervisoras receberam placas contendo valores referentes a unidades, dezenas ou centenas. Cada grupo de placas é de uma cor (unidade – amarelo, dezena – azul, centena – vermelho).
Questionamentos:
    Com dois números formar o valor 150. Quem consegue formar esse valor com as suas placas? Há outra(s) maneira(s)?
    Formar o 537. Quem consegue formar esse valor com as suas placas? Há outra(s) maneira(s)?
    Formar 807 usando duas placas. Quem consegue formar esse valor com as suas placas? E que três placas?
    Usando três placas, formar o número 180. Quem consegue formar esse valor com as suas placas? Há outra(s) maneira(s)?
Fez-se os seguintes questionamentos às supervisoras:
    Quais são os conhecimentos prévios que o aluno precisa ter para poder realizar essa dinâmica?
    O que essa dinâmica estimula e desenvolve no aluno?
    A partir desse trabalho, que outras propostas podem ser desenvolvidas em sala de aula?

2º MOMENTO
Apresentação dos conhecimentos que já foram (ou ainda serão) trabalhados no PNAIC da Alfabetização Matemática, além da Educação Matemática do Campo e Inclusiva:

Unidade 1
Unidade 2
Unidade 3
Unidade 4
Unidade 5
Unidade 6
Unidade 7
Unidade 8
Organização do Trabalho Pedagógico

Quantificação, Registros e Agrupamentos
Construção do Sistema de Numeração Decimal
Operações da Resolução de Problemas
Geometria
Grandezas e Medidas
Educação Estatística
Saberes Matemáticos e Outros Campos do Saber

    Apresentação dos conhecimentos que já foram trabalhados no PNAIC da Alfabetização e Linguagem.
- Análise Linguística: Apropriação do Sistema de Escrita Alfabético
- Compreensão de Convenções Ortográficas Regulares Diretas e Contextuais (somente para o 3º ano)
- Leitura
- Produção de Textos Escritos
- Oralidade
- Análise Linguística: Discursividade, Textualidade e Normatividade

    IMPORTANTE: As áreas de conhecimento devem estar em constante diálogo na prática pedagógica, ou seja, a interdisciplinaridade entre os componentes curriculares é o “elemento chave” para que os conhecimentos tenham sentido.

3º MOMENTO
    De que maneira as ações do PNAIC estão sendo compartilhadas/socializadas nas escolas? (espaço para as supervisoras falarem).
    Blog do PNAIC de Lajeado: http://pnaiclajeado.blogspot.com.br/
    Cadernos de Formação: Ótimos materiais que aliam embasamento teórico com práticas pedagógicas. Estão disponíveis para downloads no site: pacto.mec.gov.br



 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

IDEB - ANOS INICIAIS DA REDE MUNICIPAL DE LAJEADO

IDEB - RESULTADOS E METAS DOS ANOS INICIAIS 

LAJEADO
Ideb observado:                  Metas projetadas:   
2007 - 4.8                            2007 - 4.8
                        2009 - 5.4                            2009 - 5.1
                        2011 - 5.7                            2011 - 5.5
                        2013 - 6.1                            2013 - 5.8



































Destaque da manchete do jornal O Informativo do Vale (06 e 07 set/2014): "Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), apresentado ontem mostra que a região já fez a lição de casa até 2021"

Também, pelo jornal AHora:
http://www.jornalahora.inf.br/?oxi=lerNoticia&noticiaId=3037&jid=757


terça-feira, 9 de setembro de 2014

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO PARA EDUCAÇÃO INCLUSIVA



Secretaria da Educação
Equipe de Apoio

Mística: Viagem à Holanda  
A escola também planeja viagens e, quando se depara com destinos diferentes daqueles, a qual foi estruturada, passa por períodos de estranhamento, de desafios....






 

A Equipe de Apoio da Secretaria da Educação abordou diversas situações de dificuldades de aprendizagem, tanto Causas Extraescolares: Orgânico: lesões, doenças físicas, doenças clínicas, doenças neurológicas, TDAH, SNC; Culturais/ ambientais: falta de estímulos, valor do conhecimento para a família, poucas experiências sensoriais, motoras perceptivas, motivacionais e emocionais, condições sociais e econômicas; Emocionais: depressão, ansiedade, stress; Intelectuais/cognitivos: atraso/ déficit intelectual; Específicos: Transtornos do Aprendizado, quanto Causas Intraescolares: Metodologia; Relação professor/aluno; Representação do professor sobre dificuldade de aprendizagem; Política educacional.
Diversas explicações e orientações foram pontuadas, como legislação, salas de AEE e laboratórios de aprendizagem oferecidos nas escolas municipais.
 Sala de Recursos- AEE:
v  A Educação Especial se realiza em todos os níveis, tendo o AEE como parte integrante do processo educacional;
v   Sala de recursos é o espaço onde se realiza o AEE;
v   É oportunizado para alunos com deficiências, TGD e altas habilidades/superdotação;
v   Precisa ser aceito pelos pais e/ou responsáveis;
v   A matrícula do AEE é condicionada a matrícula  no ensino regular;
v O AEE tem como objetivo identificar  as necessidades  e possibilidades dessa demanda, elaborar o Plano de AEE e indicar recursos/ materiais e humanos necessários e que garantam o acesso a escolarização;
v Também é atribuição do professor do AEE estabelecer articulação com os professores da sala de aula, equipe pedagógica, famílias, e outros profissionais.
Laboratório de Aprendizagem:
v   No Laboratório de Aprendizagem são atendidos alunos que apresentam dificuldades do aprendizado devido a diversas causas: aspectos sociais, do ambiente, Transtornos do aprendizado, etc;
v Entende-se o Laboratório de Aprendizagem como um espaço que visa a superação/minimização da DA, destacando a estreita relação com o professor da sala de aula e orientações à família;
v  Trabalhar no Laboratório de Aprendizagem faz pensar em alguns tópicos: nível de aprendizagem, vínculo, modalidade de aprendizagem, intervenções, entre outros;
v  A atuação pedagógica no Laboratório de Aprendizagem é um espaço de pesquisa e ressignificação e um tempo diferenciado da sala de aula;
v  A intervenção tem como objetivo promover a aprendizagem, a operatividade, a autoestima, autonomia, etc.






Estudo de caso
Caso 1
Fábio, 10 anos, é o filho mais novo de Maria e José. Recentemente  a família foi residir em outro bairro da cidade. Com essa mudança, houve  troca de escola. 
Durante a matrícula, a mãe de Fábio conversou com a coordenadora pedagógica da escola. Relatou que o menino é atendido no CAPSI. Apresentou parecer médico com avaliação: Retardo Mental  Leve e TDAH. Faz uso de medicação: Risperidona e Ritalina.
No documento de avaliação enviado pela escola anterior, é relatado seu processo de aprendizagem. A escrita começa a apresentar características do nível silábico, reconhece as letras do alfabeto, identifica os números até aproximadamente o dez, consegue fazer operações simples de juntar e tirar, com o uso de material concreto.
Como a professora poderia conduzir o trabalho pedagógico em sala de aula?

Caso 2
Maria, 6 anos, demorou para nascer. O atraso no parto causou-lhe paralisia cerebral, comprometendo a parte motora do corpo, necessitando de ajuda na higiene, alimentação e locomoção.  Tem alguma dificuldade para falar. Em casa, experimenta alguns movimentos  para segurar e manipular objetos. A coordenação motora fina dificulta o ato de pegar lápis fino. Faz uso de cadeira de rodas. A menina recebe acompanhamento na APAE. Neste ano, a menina foi matriculada na Escola de Ensino Fundamental da rede municipal de ensino.
A partir dessas informações, que possibilidades pedagógicas permitem sua participação nas atividades escolares?

Caso 3
Cássio, 9 anos, é filho único de Carlos e Ana. Vieram morar em Lajeado no mês de janeiro, em função de trabalho. Moravam em Santa Maria, onde tinham toda uma rede familiar extensiva próxima que ajudava a cuidar do menino.
Foi matriculado no 3º  ano e a família mostrou-se bastante ansiosa em relação à adaptação, já que ele estava com uma defasagem em função de  ter sido reprovado na outra escola no ano anterior.
A professora tem percebido Cássio muita agitado em sala de aula e agressivo verbalmente com os colegas, além de extrema dificuldade de seguir as regras impostas pela escola. Parece que em alguns momentos “desliga”, principalmente quando é solicitado sua participação em atividades que exijam esforço mental.                                                       
Em relação a aprendizagem,  verificou que ele  não está alfabetizado, apresenta uma escrita com características do nível pré-silábico. Reconhece algumas letras do alfabeto e identifica os números até aproximadamente o 20.
A partir da constatação, qual é a ajuda e orientações que a professora pode buscar?